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 Olivença, Posições e Resoluções possíveis.

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Qual a saída que estariam dispostos a aceitar?
Nenhuma, Olivença é NOSSA.
29%
 29% [ 6 ]
Nenhuma, Olivença é Espanhola
19%
 19% [ 4 ]
Olivença é nossa, mas aceito uma Governação conjunta
0%
 0% [ 0 ]
Olivença é espanhola, mas aceitaria uma Governação conjunta
0%
 0% [ 0 ]
Olivença ter uma soberania e governação conjunta
0%
 0% [ 0 ]
Olivença ter um estatuto especial, semelhante ao de Andorra
52%
 52% [ 11 ]
Vender-se Olivença a Espanha
0%
 0% [ 0 ]
Total dos votos : 21
 

AutorMensagem
RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Sab 18 Nov - 6:19

Penso já ter referido, mais atrás que essa também é a minha opinião e que votei em conformidade com a mesma.

Um abraço
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Sab 18 Nov - 10:49

ok 1-0 para uma Olivença independente
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 21 Nov - 6:42

Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org <http://www.olivenca.org>

*

Nota Informativa



Tribunal da Relação dá razão ao Grupo dos Amigos de Olivença e determina a
abertura de Instrução
Governantes do Estado Espanhol arguidos em processo penal



O Tribunal da Relação de Évora, dando total provimento ao Recurso
apresentado pelo GAO, no âmbito do Processo Penal que corre na Comarca de
Elvas relativo às obras ilegais efectuadas na Ponte de Nossa Senhora da
Ajuda, determinou que o Tribunal Judicial de Elvas realizasse a Instrução
Penal naqueles autos, devendo ser constituídos arguidos os representantes
do Governo Espanhol (Ministro do Fomento, Director General de Carreteras e
Sub-director General de Arquitectura), os Administradores da Sociedade
Freyssinet, SA, e os Presidentes do Instituto Português do Património
Arquitectónico e da Câmara Municipal de Elvas.
Oportunamente, o GAO participou das referidas entidades pela prática de
crimes públicos de dano (quanto aos governantes espanhóis e aos
administradores da empresa empreiteira) e de denegação de justiça (quanto
aos titulares das instituições portuguesas), ilícitos cometidos com a
intervenção clandestina e ilegal no indicado Imóvel de Interesse Público -
a Ponte de Nossa Senhora da Ajuda, situada entre Elvas e Olivença - em
Março de 2003, tendo-se constituído Assistente nos autos.
Em acórdão claro e impressivo, o Tribunal da Relação de Évora decidiu
agora, «concedendo provimento ao recurso, revogar o despacho recorrido, que
deverá ser substituído por outro que admita o requerimento para abertura de
instrução formulado, não ocorrendo fundamento legal impeditivo».
O GAO, congratulando-se com o Acórdão ora proferido, aguarda com muita
expectativa o desenvolvimento do processo penal - que, como Assistente,
continuará a acompanhar - confiando que, naturalmente, não deixará de ser
apurada a responsabilidade das entidades arguidas, designadamente a dos
representantes do Governo Espanhol.

Pode consultar-se o texto do Acórdão em:
www.olivenca.org/imagens/TRelacao_Evora_Prc_2170_05.pdf
<http://www.olivenca.org/imagens/TRelacao_Evora_Prc_2170_05.pdf>

+

Serviço Informativo do GAO.
Lisboa, 20-11-2006.
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 21 Nov - 13:40

podem esperar sentados
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Beladona

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 13:03

Caro Longair

Caro amigo,não seja tão pessimista!!!

Pelo menos,a esta altura do campionato há uma entidade que é o Tribunal da Relação de Évora que dá provimento ao recurso dos "Amigos de Olivença" determinando a abertura de Instrução.

Não me diga que não é já um princípio...

Um abraço da Beladona
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 13:08

pois e desde quando esse principio move montanhas, esquecemos quem quem as move é o tempo, la ta o filme, e tudo o tempo levou.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 13:23

Caro Longair, grão a grão, enche a galinha o papo.

Um abraço
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 13:35

hahahah é verdade mas nem sempre os grãos tem consistençia
antes poderiam ser ricos, hoje em dia tem alucinogenios, etc as xamadas bitaminas
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 13:39

Por muito que tenham mudado, na sua constituição, continuam a chamar-se grãos.

Um abraço
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 13:44

pois uns são grãos outros são grãos de m......
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Beladona

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 14:03

Cara amiga,tem toda a razão no que diz...Pois o nosso amigo é só uma força da reacção do contra...Não me leve a mal por este meu desabafo caro Longair

Um abraço da Beladona
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 14:14

pois força da reacção do contra, contra informação, etc...sou mais do extremo centro sem inclinações á direita maoista nem á esquerda stalinista
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 14:15

Olivença, sempre foi e será nossa.

Um abraço
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 14:17

utopias, utopias
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 14:19

Beladona escreveu:
Cara amiga,tem toda a razão no que diz...Pois o nosso amigo é só uma força da reacção do contra...Não me leve a mal por este meu desabafo caro Longair

Um abraço da Beladona

LOL, se todo o mundo fosse como o nosso caro Longair e a minha amiga Beladona, não desfazendo nos demais, viveriamos certamente em paz.

Um abraço
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 14:37

paz das almas
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Beladona

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Qua 22 Nov - 16:42

Caríssima Rosa Latina

Só os seus bondosos olhos para o verem...pois não exageremos...tenho cá os meus dias,e então alguns,são mesmo péssimos...há dias que nem a meditação me safa...

Um abraço da Beladona
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Valdez



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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Sab 25 Nov - 15:50

Essa história de Olivença ser nossa, faz lembrar aqueles empréstimos de livros que são sempre nossos mas que nunca mais lhes pomos a vista em cima.

Aqui há tempos circulava na net uma proposta por acaso muito engraçada que era dar aos espanhois a Madeira com o Alberto João, depois sei que eles ficavam fartos e a certa altura devolviam Olivença, não me recordo bem das reviravoltas da anedota, mas a solução tinha a sua lógica. Que melhor arma secreta pode Portugal dispor que não o Alberto João?
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Sab 25 Nov - 16:54

concordo, ja agora tb se lhe pode juntar o Pinto da Costa, ele e o Alberto João são piores que dois misseis atómicos dirigidos ao nosso inimigo imaginario, nós mesmos, hahahahaha
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Beladona

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Dom 26 Nov - 13:28

Caro amigo Longair

Essa é forte e profunda...Uma luminária no nosso horizonte...

Um abraço da Beladona
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 28 Nov - 11:08

Grupo dos Amigos de Olivença www.olivenca.org
Divulgação 15-2006
A)
No próximo dia 30-11-2006, pelas 18:30 horas, na Livraria Ferin, Rua Nova do Almada, 70/74, Lisboa, é apresentado o livro «Olivença no Labirinto da Saudade», com pinturas de Serrão de Faria e texto de Marília Abel e Carlos Consiglieri. A obra terá apresentação do Presidente do Grupo dos Amigos de Olivença.
*
B) No dia seguinte, pelas 16:00 horas, o Grupo dos Amigos de Olivença participará, como habitualmente, nas Comemorações do 1.º de Dezembro, na Praça dos Restauradores, Lisboa,. Contamos com a presença, em ambas as iniciativas, de todos os amigos e interessados pela causa de Olivença!

Lx., 27-11-06. SI/Grupo dos Amigos de Olivença
Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa www.olivenca.org olivenca@olivenca.org Tlm. 96 743 17 69 - Fax. 21 259 05 77
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 5 Dez - 9:28

Pelo seu interesse e oportunidade, transcreve-se a reportagem publicada
hoje, no El PAÍS, de Espanha:

*


EL PAÍS (Espanha), 04-12-2006


<http://www.elpais.com/solotexto/articulo.html?xref=20061204elpepinac_12&typ
e=Tes>

<http://www.elpais.com/solotexto/articulo.html?xref=20061204elpepinac_13&typ
e=Tes&anchor>=


LA ETERNA DISPUTA DE OLIVENZA - OLIVENÇA

Un juzgado luso instruye una denuncia contra el Gobierno español por obras
ilegales en el Puente de Ayuda

MIGUEL MORA - Olivenza
En las calles la calma es absoluta, Olivenza es un lugar plácido. La gente
es simpática y muy habladora. Pero el disputado enclave extremeño, que fue
portugués durante seis siglos, tiene una condena: acaparar siempre el
protagonismo de las querellas ibéricas.
La última suena a broma pero es real. El Tribunal de Apelación de Évora ha
ordenado al juzgado de Elvas instruir la denuncia presentada en 2003 por la
asociación lusa Amigos de Olivença contra el ministro de Fomento español y
otras autoridades de los dos países por realizar obras "ilegales y
clandestinas" en las ruinas del Puente de Ayuda.
A Ponte de Nossa Senhora de Ajuda fue construida (en portugués, 'puente' es
femenino) en el siglo XVI, durante el reinado del rey Don Manuel, para
comunicar Elvas con Olivença a través del Guadiana. Viéndolo hoy, nadie
diría que fue el más espectacular puente fortificado del reino portugués:
tenía 380 metros de longitud, cinco y medio de anchura, 19 arcos y una gran
torre defensiva central de tres pisos.
Ahora apenas queda en pie una docena de arcos y la mayor parte de sus
piedras están debajo del agua. En la orilla española, de unos 50 metros,
los arcos, el suelo y la balaustrada han sido restaurados. La parte
portuguesa parece intacta.
La fama estratégica del puente duró menos de dos siglos. Fue volado por los
españoles durante la Guerra de Sucesión de 1709, y sus ruinas se
convirtieron en la mejor metáfora de la división ibérica. A pesar de los
deseos de la población, la siempre aplazada "cuestión de Olivenza" parecía
impedir a los dos países ponerse de acuerdo para restaurar esas ruinas que
guardan leyendas de contrabandistas y de republicanos que huían de las
tropas franquistas para darse de bruces con las de Salazar.
La situación pareció mejorar en 1990. Felipe González y Cavaco Silva
acordaron en la Cumbre de Quinta do Lago reformar el puente manuelino. La
iniciativa de los alcaldes socialistas de Elvas (João Brandão) y de
Olivenza (Ramón Rocha), que hermanaron ambas ciudades en 1991, impulsó dos
decisiones: construir un nuevo puente para vehículos, y restaurar el
antiguo.
Los dos proyectos fueron encargados al ingeniero José Antonio Fernández
Ordóñez, recuerda Ramón Rocha, 27 años en el cargo: "Portugal se ocuparía
de construir el puente nuevo y España de recuperar el viejo".
Las obras empezaron por el puente nuevo, que era más urgente. Pero,
tratándose de Olivenza, las cosas no podían ser fáciles. En 1996, el PP
ganó las elecciones. Y la falta de tacto o tal vez la nueva política
exterior de Aznar acabó complicando el asunto.
Antonio Marques, presidente de la asociación Grupo Amigos de Olivença
(GOA), narra lo que pasó en 1999: "Cuando Portugal estaba acabando de
construir el puente, la Guardia Civil lo tomó inopinadamente, echó de allí
al empresario portugués y precintó las máquinas".
"Fue así", confirma el alcalde de Olivenza. "Cuando los trabajadores
entraron en zona española para asfaltar la boca del puente y la carretera
nueva, la Guardia Civil se presentó, pidió la licencia de obra, y como no
la tenían precintó las máquinas. El número sirvió al menos para desbloquear
por fin la reforma de Ayuda".
Un año después, una minicumbre celebrada en Évora decidió que España
comenzara a restaurar el puente viejo. En marzo de 2003, siendo Francisco
Álvarez Cascos ministro de Fomento, la constructora Freyssinet, contratada
por el ministerio, valló las ruinas, levantó andamios en las dos orillas
del Guadiana y empezó las obras.
Con un fallo lamentable: nadie pareció acordarse de que para tocar el
monumento había que pedir permiso al Instituto Portugués de Patrimonio
Arquitectónico, que lo había catalogado como inmueble de interés público en
1969.
Enseguida llegó la denuncia de los Amigos de Olivença, un grupo que se
fundó en 1938 para conceder la nacionalidad portuguesa a los oliventinos
que escapaban de España y que ahora trata de mantener viva la dormida
reivindicación de la soberanía lusa sobre el territorio.
GAO pidió a la Fiscalía que parara las obras "ilegales y clandestinas", que
habían causado daños "irreparables" -España echó una gran capa de cemento
en el suelo del puente-. Sin dar nombres, la querella acusaba de un delito
de daño a los responsables españoles de la obra (el ministro de Fomento, el
subdirector de carreteras y el de Arquitectura y los administradores de la
empresa) y de un delito de denegación de justicia al alcalde de Elvas y el
director del IPPAR, que "no vigilaron ni detuvieron las obras". La fiscalía
archivó el proceso y GAO pidió al juzgado de Elvas que abriera diligencias,
pero la jueza decidió no hacerlo alegando que "no se identificaba con
nombres y apellidos a los acusados".
Los Amigos de Olivença apelaron entonces al Tribunal de Évora, que el 6 de
octubre último ordenó reabrir la instrucción y que se decida, en su caso, a
quién se constituye acusados, si a los titulares de los cargos públicos de
entonces o a los actuales.
"La historia es muy seria", afirma António Marques. "España hizo obras en
un monumento y lo adulteró irremediablemente. Esperamos con la máxima
expectación la decisión del juzgado de Elvas, y confiamos en que se
conocerá la responsabilidad del Gobierno español".
El alcalde Rocha, que en 2004 logró que la Junta de Extremadura también
catalogara las ruinas como bien de interés público, espera que el asunto
acabe bien. "El nuevo proyecto tendrá elementos modernos, porque la UE
ahora prefiere que en las restauraciones se noten los cambios, y el IPPAR
ya ha dicho cómo quiere que se haga el puente". Según Rocha, el
levantamiento topográfico será realizado en enero.


EL PUEBLO MÁS PORTUGUÉS DE ESPAÑA

M. M. - Olivenza
Olivenza es el pueblo más portugués de España: fue Olivença durante 504
años, desde 1297 hasta 1801. Ese año, el general Godoy lo ocupó con 40.000
soldados durante la Guerra de las Naranjas, llamada así porque el invasor
envío un cesto de frutas recogido en la también conquistada Elvas a la
reina María Luisa (su presunta amante).
Según los vecinos de la "muy noble, notable y leal villa", en Olivenza
apenas se habla ya la lengua de Camoens, aunque sus habitantes la llaman
"la vila" (en portugués), aunque muchos de los ancianos que juegan al tute
en el Hogar del Pensionista discuten y blasfeman en perfecto portugués y
muchos escolares de primaria y secundaria estudian el idioma en los
colegios desde hace algunos años. "Es difícil hablarlo, pero cuando leemos
los textos lo entiendo casi todo", dice Águeda, de 14 años.
En 205 años de soberanía española, Olivenza ha ganado bienestar y ha ido
perdiendo bilingüismo. La Guerra Civil y la dictadura contribuyeron al
regreso de muchos portugueses al otro lado de la Raya. La lusofonía se fue
haciendo doméstica: en privado, en casa. "Los menores de 65 años apenas lo
hablan ya", explica Yolanda Perera, un ama de casa, de 37 años. "Pero
muchos ancianos siguen hablándolo. Mi abuela, por ejemplo, habla en
portugués con sus amigas. ¡Sobre todo cuando no quiere que me entere de
algo!".
En los últimos tiempos, en cambio, cada vez más portugueses vienen a
trabajar y a hacer compras a Olivenza, huyendo del IVA del 21%. "Con la
crisis, estamos bastantes aquí. Pagan un poco mejor y es más fácil
encontrar trabajo", cuenta Fernando Branco, vecino de Elvas, camarero en el
restaurante Dosca.
Vienen sobre todo a la restauración y a la construcción; un sector que,
según se ve en el centro, lleno de obras, tira de la economía local. Manolo
Silva, albañil, cuentan que en Construcciones Jerónimo todos los currantes
son españoles.
Olivenza rezuma herencia portuguesa por cada rincón. Incluso el empedrado
nuevo es portugués: pequeñas piedras blancas y negras haciendo dibujos.
Ramón Rocha, el alcalde, es andaluz de origen pero presume de pueblo
mestizo y de cuidar la tradición lusa: "Intentamos no perderla. Es nuestra
historia y estamos orgullosos. Intentamos mantener también la lengua; es un
elemento más de nuestra cultura".


***

Lx., 04-12-06.
SI/Grupo dos Amigos de Olivença
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Beladona

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 5 Dez - 11:38

Cara amiga

Achei muito interessante esta reportagem espanhola...

Um abraço da Beladona
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 5 Dez - 12:34

Ainda bem que gostou, cara amiga.
Um abraço
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Longair

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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   Ter 5 Dez - 14:12

hum belos mapas, la está, uma nova andorra Smile
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MensagemAssunto: Re: Olivença, Posições e Resoluções possíveis.   

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