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 ESPAÇO - HISTÓRIA

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RosaLati
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MensagemAssunto: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 24 Ago - 10:56

ESTE ESPAÇO É DEDICADO A TUDO O QUE SE RELACIONE COM A HISTÓRIA DE PORTUGAL E DO MUNDO, DE UMA FORMA INTEMPORAL.
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 24 Ago - 11:18



Infante Dom Miguel.

Gravura a preto e branco, 150 x 132 mm,

com a legenda: «Sua Alteza o Sereníssimo INFANTE DOM MIGUEL
Regente dos Reinos de Portugal e Algarves e nelles Lugar Tenente de
Sua Magestade Fidelissima

Gravura de Franz Stober, com base no quadro de Giovanni Ender, publicada em Viena. D. Miguel regressou a Lisboa, vindo do exílio, em 22 de Fevereiro de 1828, tendo jurado a Carta Constitucional, após o qual assumiu a regência e nomeou um novo ministério.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 24 Ago - 12:33

5 de Outubro (De 1910.. e de 1143)
Sem procurar criar divisões mais ou menos "artificiais" entre os portugueses, no dia de hoje, não se comemora apenas a implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.

No mesmo dia, em 1143, pelo Tratado de Zamora, "oficializava-se a fundação de Portugal".

Sobre a evolução dos símbolos nacionais (em particular da bandeira):

"A bandeira nacional, da autoria de Columbano, João Chagas e Abel Botelho, foi adoptada pelo regime revolucionário de 5 de Outubro, De acordo com o Decreto-lei de 19 de Junho de 1911, a bandeira tem as cores verde (dois quintos) e vermelha (três quintos), com o escudo de armas na linha divisória."

Significado dos símbolos e cores:

- As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique.

- Os pontos dentro das quinas representam as 5 chagas de Cristo. Diz-se que na batalha de Ourique, Jesus Cristo crucificado apareceu a D. Afonso Henriques, e disse: "Com este sinal, vencerás!". Contando as chagas e duplicando as chagas da quina do meio, perfaz-se a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo.

- Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros.

- A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.

- O verde simboliza a esperança.

- O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 24 Ago - 14:23

O MUNDO QUE OS PORTUGUESES CRIARAM
ESTÁ BEM PATENTE NO CRUZEIRO DO SUL
Relações dos chamados "países-irmãos" nem sempre foram pacíficas...

No Brasil, os traumas do colonialismo não se eliminaram com a proclamação da independência.
Parece até terem acicatado, em alguns espíritos, um desejo de retaliação, expresso por um outro grito:
"Abaixo o galego e morram os portugueses!" Como os ex-colonos, que após a "separação"
enfileiraram no rol dos imigrantes, detinham elevada percentagem do aparelho produtivo e do
comércio, não tardou que se fizessem sentir pressões resultantes de campanhas contra o antigo
"invasor" que se "apossara do que não lhe pertencia". E se, especialmente durante o século XIX, um
certo "estado de revolta contra os exploradores" foi alimentado por determinados meios, inclusive
através de alguma Imprensa, não é menos verdade que o português passou a ficar sob a mira de
franco-atiradores que o caracterizaram como figura central do mais mordaz anedotário. O que ainda
hoje é corrente...
Apodado de galego nas "crónicas de escárnio e de mal-dizer", com toda a carga pejorativa daí
resultante, o português no Brasil já chegou a ser apontado como o maior mal de todos os males!
Houve, até, quem se empenhasse em cruzadas visando a sua eliminação por forma a não deixar
vestígios naquelas paragens.
A Imprensa brasileira, sob essa aspecto, é um significativo repositório do sentimento nacionalista e do
antiportuguesismo que chegou a fazer carreira. O "Tamoio" e "A Sentinela da Liberdade à Beira do
Mar da Praia Grande" testemunham os ataques aos "antigos colonizadores" e fizeram-no de tal forma
que há quem aponte esses periódicos como "precursores de desvairado jacobinismo". Refira-se, a
propósito, que "jacobino" era termo usado como sinónimo de animosidade contra os portugueses.
Um dos mais expressivos exemplos dessas manifestações de lusofobia foi dado por Deocleciano
Martins, director do jornal intitulado "Jacobino", que num artigo intitulado "Extermínio do portuguesismo
no Brasil" preconizou a elaboração de legislação visando espoliar os portugueses de todos o seus
bens e o seu fuzilamento "por qualquer delito tendente à rebeldia".
Segundo aquele periódico,"para combater o mal que nos flagela e que predomina há séculos, só pela
violência dos meios e pela aplicação de medidas enérgicas é que a República brasileira poderá
desbaratar o inimigo comum que a avassala materialmente e salvar-se do torpor em que jaz a pátria
desde o seu descobrimento casual pela gente lusa".
OS TEMPOS MUDARAM
MAS NÃO ACABARAM
OS ACIDENTES DE PERCURSO...
É evidente que, hoje, as tempos são outros, embora continuem a registar-se "acidentes de percurso"...
Como diferentes são as relações luso-brasileiras, que evoluíram num sentido mais pragmático e,
consequentemente, menos marcadas por um romantismo que, por vezes, mais não servia do que de
roupagens a interesses pessoais ou de grupos...
O que permanece são as "anedotas do português", pois continuam a alimentar o quotidiano
humorístico. Mas, isso não invalida uma outra realidade, como se depreende do retrato feito, há anos,
por João Melão Neto, numa crónica intitulada "A última do brasileiro" e onde se lê:
"Enquanto nós, brasileiros, ríamos das piadas do português, eles, com dedicação e esforço, iam
construindo seus impérios. Foram portugueses "burros", "ingénuos", como António Pereira Ignácio,
Valentim dos Santos Dinis, José Alves Veríssimo que erigiram alguns dos maiores grupos
empresariais do Brasil. (...) Poucos os portugueses que para cá vieram, desde o inicio do século,
permanecem pobres. Enquanto, sentados nos bares, rimos da "última do português", o dito cujo vai
rodando a manivela da sua caixa registadora, fornecendo a cachaça-combustível da espiritualidade
brasileira."
Também já lá vai o tempo em que a emigração portuguesa tinha o Brasil como primeiro destino no
domínio dos sonhos. Desde Quinhentos, inicialmente como colonos e depois como emigrantes, toda
uma imensa força de trabalho para lá de encaminhou em busca de condições de vida que não
vislumbrava no seu próprio país.
Porém, a partir de finais dos anos 50, apareceram novos "eldorados". Encerrou-se, então, um dos
mais marcantes ciclos da diáspora lusa.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 24 Ago - 14:25

Grito do Ipiranga

Com a sua actuação de desobediência às Cortes, mas
mantendo a unidade e a ordem, o popular D. Pedro agradava
quer a radicais quer a moderados. Cria um novo ministério, à
frente do qual colocou o prudente José Bonifácio de Andrada e
Silva. A 7 de Setembro de 1822, nas margens do rio Ipiranga,
D. Pedro lança o grito «Independência ou Morte» e, a 1 de
Dezembro do mesmo ano, é aclamado Imperador e Defensor
Perpétuo do Brasil. Esta independência viria a ser reconhecida
por D. João VI a 13 de Maio de 1825.
Em 1823, D. Pedro dissolve a assembleia constituinte, onde
pressente uma maré republicana, manda para o exílio José
Bonifácio e promete a elaboração de uma Constituição para o
Brasil, a qual é outorgada a 25 de Março de 1824. D. Pedro
queria de facto conceder a liberdade ao povo brasileiro, mas
não o conhecia verdadeiramente. Dá-se uma segunda revolta
em Pernambuco, de carácter republicano, que é violentamente
esmagada, após a qual se inicia a guerra com a Argentina pela
posse da Província Cisplatina, terminando com a sua
independência.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 24 Ago - 14:26

TRAJECTÓRIAS LUSO-BRASILEIRAS
Francisco Xavier de Mendonça Furtado
(n. Lisboa, 1700; m.1769)
Nascido no Solar dos Carvalhos, era filho de Manuel de
Carvalho e Ataíde e D. Teresa Luísa de Mendonça e Melo e
irmão de Sebastião José de Carvalho e Melo. Foi oficial de
marinha entre 1735 e 1749, participando de várias missões de
socorro ao Brasil. Após a ascensão do Conde de Oeiras a
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra,
foi nomeado governador e capitão-general do Estado do
Grão-Pará e Maranhão. Chegou a São Luís em Junho de 1751
e, depois de uma curta permanência na cidade, estabeleceu
residência em Belém do Pará.
Como responsável pela demarcação das fronteiras no Norte do
Brasil com a América Espanhola, empreendeu várias viagens
pelo território sob sua administração que lhe permitiram
reconhecer, por um lado, o estado de conservação e eficiência
das fortificações que vigiavam o acesso e navegação da bacia
hidrográfica do rio Amazonas e, por outro, o tipo de
colonização estabelecido, até à data, no interior do Estado.
Como consequência, empreendeu um programa de reformas
administrativas, económicas e militares destinado a consolidar
o domínio da coroa portuguesa sobre a região. Saliente-se a
difusão das leis da liberdade dos índios e da abolição da
autoridade temporal dos missionários sobre as aldeias
indígenas, em 1757. Mendonça Furtado regressou ao reino em
1759.
Ocupou depois os cargos de secretário de Estado adjunto do
Conde de Oeiras e secretário de Estado da Marinha e
Negócios Ultramarinos.

Bibliografia
Ângela Domingues, "Francisco Xavier de Mendonça Furtado",
in Maria Beatriz Nizza da Silva (coord.), "Dicionário de História
da Colonização Portuguesa no Brasil", Lisboa, Verbo, 1994,
cols.359-362.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Ter 29 Ago - 4:05

Estátua de Ramsés II sai do Cairo


Pedro Neves, IN DN

Durante 52 anos, a estátua do faraó Ramsés II, o Grande, pairou imponente sobre uma das praças congestionadas do Cairo, até que, ontem, a gigantesca estrutura foi mu- dada para um local mais sereno, perto das Pirâmides de Gizé.

Mais de 1500 soldados e 400 arqueólogos, técnicos e operários estiveram envolvidos na operação de translação da estátua - um colosso de 83 toneladas e 11,5 metros de altura -, que foi acompanhada pela televisão e por centenas de milhares de pessoas alinhadas nas ruas da capital egípcia.

À passagem da figura de granito, os habitantes da cidade acenavam das janelas e varandas, alguns em lágrimas. "Vamos sentir a tua falta. O Cairo nunca mais vai ser o mesmo", gritou Ahmed Sami, de 23 anos, ouvido pela agência Reuters.

A estátua, com mais de três mil anos, foi descoberta no final do século XIX em Mit Rahina e colocada na Praça Ramsés, junto à estação ferroviária do Cairo em 1954. A mudança de local foi decidida devido à deterioração provocada pela poluição da praça, atravessada diariamente por milhares de automóveis, e à trepidação do metropolitano.

Uma estrutura de ferro foi montada em volta da antiguidade, enquanto dois veículos especialmente adaptados a carregaram, na vertical, ao longo de 35 quilómetros. A viagem levou dez horas.

"Se hoje Ramsés pudesse falar, penso que ele diria 'Obrigado por me terem mudado de lugar'", disse o director do Conselho de Antiguidades Egípcias, Zahi Hawass, à televisão estatal.

Os especialistas debateram durante anos a nova localização, antes de se decidirem pelo Grande Museu Egípcio. Ramsés II será restaurado num armazém, enquanto o museu não ficar pronto, em 2010.

Ramsés II, o Grande, foi um dos mais famosos faraós do antigo Egipto, e o seu reino de 67 anos (de 1290 a 1237 a.C.) coincidiu com uma era de esplendor e poder sem paralelo na História do Egipto. Estátuas e templos dedicados a si foram encontrados por todo o país, mas a figura que adornou o centro do Cairo é um dos seus mais conhecidos monumentos.




Uma estação ferroviária em louvor ao nosso idioma

Estátua de Ramsés II sai do Cairo
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Longair



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Data de inscrição : 29/08/2006

MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qua 30 Ago - 18:12

Hum muito interessante mas que tal so se falar da historia lusa e deixar-mos o resto para depois Smile
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 31 Ago - 9:45

Se a vossa vontade é só falar de História Lusa, ASSIM O FAREMOS.

Bem haja
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Rider



Número de Mensagens : 67
Data de inscrição : 29/08/2006

MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Sab 2 Set - 19:18

Penso que sejam duas questões importantes e necessárias num fórum desta tipologia.

Não descartaria nenhuma das histórias. Todas são importantes. Talvez as nacionais em primeiro lugar, ou num de destaque.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Dom 3 Set - 14:01

Rider escreveu:
Penso que sejam duas questões importantes e necessárias num fórum desta tipologia.

Não descartaria nenhuma das histórias. Todas são importantes. Talvez as nacionais em primeiro lugar, ou num de destaque.

Concordo contigo Rider, este Forum é um desenvolvimento em conjunto com todos os participantes, vamos aguardar mais opiniões.
Um abraço
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IzNoGuud
Admin


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Localização : Algarve
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qua 6 Set - 10:23

Faço das palavras do Rider, as minhas.

Dar-se pref à história nacional e então colocar-se artigos das demais.

De pref eu sugeriria artigos sobre os países lusófonos.

Um abraço,

IzNo

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Não ligues ao que os outros dizem. Escuta-os, analiza e reformula o teu próprio pensar.

Que seja essa a tua força.

Cogito Ergo Sum, I Tego Arcana Dei
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Sex 8 Set - 13:41

Descobriram as origens do homem moderno
2006/09/08 | 14:47 in Portugal Diário
Estudos apontam para maior influência da Ásia Central, em detrimento do papel de África
Estudos arqueológicos recentes feitos essencialmente no Irão apontam para uma maior influência da Ásia Central na origem do homem moderno, em detrimento do papel de África nessa evolução, revelaram esta sexta-feira especialistas em pré-história.

A revelação destes estudos foi feita no final do congresso da União Internacional das Ciências Pré-Históricas e Proto-Históricas (UISPP), que durante esta semana reuniu em Lisboa cerca de 2.500 especialistas de todo o mundo.

Hoje, em conferência de imprensa, o arqueólogo belga Marcel Otte explicou que vários estudos apresentados neste congresso apontam para uma grande importância da região da Ásia Central na evolução morfológica e cultural do homem moderno, há 40 mil anos, quando se acreditava que essa evolução se devia essencialmente a uma migração de África.

«Isto poderá ser uma autêntica revolução a nível do conhecimento», sublinhou à Lusa o investigador português Luiz Oosterbeek, que foi escolhido para ser o secretário-geral da UISPP nos próximos cinco anos.

Indagar o passado (mesmo o mais remoto) para perceber o presente é o objectivo central dos trabalhos discutidos no congresso, que decorre de cinco em cinco anos e terá a sua próxima sessão em 2011, no Brasil, em princípio na cidade de Florianópolis.

As investigações, que se centram na origem dos primeiros grupos humanos que chegaram à Europa, envolvem também trabalhos na Península Ibérica.

Em Portugal, uma equipa liderada por Oosterbeek conseguiu numa investigação feita no Vale do Tejo datações que apontam para a presença humana há cerca de 300 mil anos.

No final do congresso foi ainda apresentado um projecto que está em curso, com o apoio da Comissão Europeia e ao qual Portugal está associado - To touch or not to touch - que visa lançar uma rede de museus de arqueologia que permita um maior acesso de invisuais.

Sábado, último dia de trabalhos, será apresentada no âmbito do programa Herity, que visa a elaboração de um «guia» de certificação de qualidade na gestão de bens culturais, a candidatura de vários sítios arqueológicos portugueses.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Sex 8 Set - 13:43

Descoberta «Villa Romana» em Loures
2006/08/31 | 00:30 in Portugal Diário

É um dos pólos mais importantes do período romano na Área Metropolitana de Lisboa

Um tesouro de moedas no interior de uma ânfora, sepulturas de inumação e incineração e marcos miliários foram descobertos em Almoínhas, Loures, e constituem um dos pólos mais importantes do período romano na Área Metropolitana de Lisboa, escreve a «Lusa».

As escavações, que decorrem num local onde está prevista a construção de novas acessibilidades à entrada Sul de Loures e de um espaço comercial, revelaram a existência de uma «Villa romana», que foi hoje visitada pelo presidente da Câmara de Loures, Carlos Teixeira, e pelo director do Instituto Português de Arqueologia (IPA), Fernando Real.

Grande parte dos achados já foram removidos, mas podem ainda ver-se no local as valas de fundação dos muros das casas, dois marcos miliários com epigrafia e os vestígios de uma sepultura e de uma cisterna com cerca de dois metros de altura que servia para armazenar água.

Os primeiros achados remontam a 1995, quando escavações de iniciativa municipal puseram a descoberto sepulturas de inumação e de incineração, muros diversos, um tanque de salga, uma lixeira, estruturas em fossa, moedas e tijolos.

Nos anos seguintes, o espaço teve várias ameaças: um plano de acessibilidade que atravessava a área arqueológica, a construção do Tribunal de Loures e do supermercado LIDL (em 2005), contou a arqueóloga Jacinta Bugalhão, do IPA, antes de iniciar a visita ao local.

Um espaço com «estruturas monumentais»

Desde então, foram descobertos vários vestígios da época romana como um cemitério, construções, fossas, canalizações, tanques e três fornos, que indicam a presença de uma zona habitacional.

«É um dos pólos mais importantes do período romano na Área Metropolitana de Lisboa», afirmou o director técnico da ERA, António Varela, que fez a «visita guiada» ao local.

Para António Varela, «é surpreendente a dimensão do sítio», que tem «estruturas monumentais» que permitem revelar o conhecimento da ocupação romana em Loures e de toda a região de influência de Olisipo (Lisboa).

Sepulturas com crianças

Foram ainda encontradas sepulturas com crianças e uma pira de madeira onde os corpos eram queimados, revelando a existência de rituais de inumação e incineração, adiantou o responsável.

«Encontrámos espaços funcionais, uma área de trabalho, e armazenagem que indicam a presença de uma comunidade com suporte agrícola que mantém relações comerciais e administrativas com Lisboa, falta apenas a área residencial», contou.

O responsável adiantou que as escavações terminam dentro de duas semanas, mas que estes trabalhos são «uma caixinha de surpresas» e como tal poderá haver uma prorrogação do prazo.

Um museu ao ar livre

Em declarações à «Lusa», o presidente da Câmara de Loures anunciou a intenção da autarquia de fazer «um núcleo museológico ao ar livre».

Apesar dos trabalhos estarem prestes a terminar, Carlos Teixeira adiantou que a autarquia vai ter em exposição muitos dos achados e que vai continuar a trabalhar naquele local para que as pessoas possam visitar aquele espaço.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Ter 12 Set - 15:03

Efemérides: 11 de Setembro na História de Portugal



1788 - Morre José, duque de Bragança, príncipe herdeiro de Portugal.

1891 - Morre Antero de Quental, escritor português.

1914 - Seguem para África as primeiras forças expedicionárias portuguesas com o objectivo de defender Angola e Moçambique.
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Aqui D´el-Rey



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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Ter 24 Out - 7:37

Eu concordo que se dê primazia á História Nacional mas que se "poste" tb sobre outras estórias de História,pq não?
Afinal de contas o meu avatar já diz isso mesmo,ehehehehe.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Ter 24 Out - 9:25

Acho que poderemos postar, sobre todos os temas que mais nos agradarem. Agora fico À espera de um post teu sobre o enigmático e misterioso Egipto, lol.
Um abraço
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Seg 30 Out - 14:19

2006-10-29 - 00:00:00 Correio da Manhã

Homenagem: Inaugurada estátua do navegador em Cuba
Colombo é alentejano

Cristóvão Colombo é português, nascido em Cuba. Esta é a convicção das gentes locais, dos historiadores e dos políticos que ontem assistiram, naquela vila alentejana, ao descerrar da primeira estátua do navegador no Continente. É que em Portugal existe um outro monumento, mas no Funchal.


Com esta homenagem, que reacende a polémica sobre a verdadeira identidade do descobridor, os historiadores desvendam um pouco do mistério que dura há mais de 500 anos e confirmam algumas teses. Cristóvão Colon – e não Cristóvão Colombo, nome do navegador que, segundo os registos históricos, nasceu em 1451 em Génova (Itália) e faleceu em Valladolid (Espanha) – é filho do Infante D. Fernando, Duque de Beja, e de D. Isabel Gonçalves Zarco.

“O seu nome é Salvador Fernandes Zarco e nasceu no Alentejo, em Cuba. É estranho que um genovês deixasse nas Caraíbas cerca de 40 topónimos com referências ao Alentejo como a ilha de Cuba (descoberta em 28 de Outubro de 1492), Mourão, Guadiana, Vera Cruz ou Trindade”, sublinhou o presidente da Câmara de Cuba, Francisco Orelha, antes de descerrar a estátua, patrocinada financeiramente por José Flamínio Roza, presidente da Fundação Alentejo Terra Mãe.

Os promotores da homenagem defenderam ainda a alteração do local de origem do navegador nos manuais escolares: “Esta é uma estátua polémica. A História nos manuais escolares tem de ser alterada e deve passar a mencionar o alentejano Colón em vez do genovês Colombo”, acrescentou o autarca.

No entanto, para o investigador Manuel Rosa, presente na cerimónia, esta tese só poderá ser fundamentada com o teste de ADN, recentemente usado para confirmar que pertencem ao navegador as ossadas depositadas na catedral de Sevilha.

Manuel Rosa adiantou ao CM que D. Duarte de Bragança se disponibilizou para, através do seu próprio ADN, saber se Colombo tem ascendência na Casa Real.

Na cerimónia, que contou com a presença do embaixador de Cuba, Jorge Castro Benitiz, e de deputados e representantes do Ministério da Cultura e da Igreja, foi ainda atribuído o nome Cristovão Colon ao largo que acolhe a estátua.

Admirada com a imponência do monumento – construído em bronze com um peso 1500 quilos e dois metros e meio de altura – a população manifestava também a sua concordância com a origem do navegador. “Acredito que nasceu em Cuba, pois muitas das terras que descobriu têm nomes alentejanos. Além disso, temos documentos no País que comprovam a nacionalidade”, frisou Joaquim Bicho, cubense de 63 anos.

Por último, o Núcleo de Amigos da vila propôs a criação de um museu dedicado ao navegador e a atribuição do seu nome ao futuro Aeroporto de Beja.

PARENTE ORGULHOSO

O apelido Zarco mantém-se ainda em várias famílias portuguesas. Ontem, na homenagem, o CM descobriu Henrique Zarco, que alega ser parente de Cristóvão Colon. Residente em Lisboa, Henrique Zarco explicou o grau de parentesco com o navegador. “Cristóvão Colón era neto do meu 20.º avô, João Gonçalves. Somos parentes do lado da família da minha mãe”, frisou este homem de 38 anos, que esteve na homenagem acompanhado da mulher e da filha. Satisfeito e orgulhoso com a iniciativa, Henrique Zarco salientou ainda que “esta é a hora de Portugal” e reconheceu o acto com um ponto de viragem na História: “Isto não é um facto irrelevante para o nosso país”, salientou.
Alexandre M. Silva, Évora
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Seg 11 Dez - 14:57

Túmulo de São Paulo foi descoberto
2006/12/11 | 16:34 PORTUGAL DIÁRIO
Vaticano anunciou descoberta ao fim de quatro anos de escavações arqueológicas

O túmulo de São Paulo foi descoberto em Novembro ao fim de quatro anos de escavações arqueológicas debaixo da basílica dedicada ao apóstolo, em Roma, anunciou hoje o Vaticano, citado pela agência Lusa.

«Não há qualquer dúvida que o túmulo encontrado no solo da basílica de São Paulo é do apóstolo», afirmou o cardeal Andrea Lanza di Montezemolo, responsável por aquela igreja.

As escavações começaram em 2002 e só foram dadas por concluídas pelos arqueólogos em Novembro, quando retiraram o túmulo debaixo do altar-mor da basílica.

O túmulo, que datará do ano de 390, tem inscrita a frase «Paulo Apostolo Mart» (Paulo, apóstolo mártir), apresenta uma abertura e foi encontrado entre dois templos que foram construídos um sobre o outro.

A sepultura do apóstolo deverá ser exposta na basílica de São Paulo, mas os arqueólogos ainda não sabem se o túmulo será aberto, já que decisão cabe ao Papa Bento XVI.

Segundo os especialistas, a abertura do túmulo poderia dar a conhecer melhor a cultura cristã e revelaria o estado do corpo do apóstolo, já que São Paulo foi decapitado em Roma no ano de 65 por ordem do imperador Nero.

A basílica de são Paulo foi erguida no século IV, no local onde foi encontrada a sepultura do apóstolo, tendo sido várias vezes reconstruída ao longo dos séculos.

Sendo a maior igreja de Roma, a seguir à de São Pedro, a basílica sofreu a última reconstrução em 1823, apresentando os retratos de todos os Papas da história da Igreja Católica
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Sab 6 Jan - 16:17

Eis os principais acontecimentos registados no dia 6 de Dezembro:

1185 - Morre Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal.
1421 - Nasce Henrique VI Rei de Inglaterra.
1491 - O Rei Carlos VIII casa com Ana, Duquesa da Bretanha e incorpora este Ducado à coroa de França.
1492 - Cristóvão Colombo chega ao Haiti.
1534 - Funda-se a cidade de San Francisco de Quito, actual capital do Equador.
1653 - Morre Teodósio III, Duque de Bragança e herdeiro de Portugal.
1811 - O mais terrível terramoto na história dos Estados Unidos ocorre no Estado de Missouri.
1815 - Após 106 dias de batalha, os colombianos rendem-se e os espanhóis tomam Cartagena.
1820 - Os peruanos vencem a Batalha de San Martín, na Batalha do Pisco, importante para o processo de independência do país.
1868 - Ocorre a Batalha de Itororó, na Guerra do Paraguai, entre cinco mil paraguaios e treze mil brasileiros comandados pelo então Marquês de Caxias.
1870 - Nasce William Hart, estrela dos filmes Western, na época do cinema mudo.
1880 - Buenos Aires é declarada capital da República Argentina.
1889 - Morre Jefferson Davis, Presidente dos Estados Confederados da América, durante a guerra civil americana.
1898 - Nasce Gunnar Myrdal, economista sueco, vencedor do Nobel de Economia de 1974.
1901 - O Presidente dos Estados Unidos, William McKinley, é baleado por um anarquista. Morre a 14 de Setembro.
1917 - A Finlândia declara-se independente da Rússia, que a havia anexado ao seu território pelo Tratado de Tilsit, assinado entre Alexandre I e Napoleão.
- O barco Mont Blanc, que transportava três mil toneladas de dinamite, choca com outro barco belga, provocando a morte de mil e seiscentas pessoas.
1921 - A Grã-Bretanha assina um tratado de paz com a Irlanda, através do qual estabelece-se o Estado Livre da Irlanda, no seio da comunidade britânica.
1923 - Começa no México uma revolução encabeçada pelo general Guadalupe Sánchez.
1928 - Inicia-se a guerra entre a Bolívia e o Paraguai.
1905 - A separação entre a Igreja e o Estado é aprovada pelo senado francês como resposta às críticas do Papa Pio X.
1921 - Independência da República da Irlanda em relação ao Reino Unido. A Irlanda do Norte, porém, ainda hoje continua sob domínio britânico.
1938 - A França e a Alemanha assinam um pacto de inviolabilidade das fronteiras existentes entre os dois países.
1941 - O Presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, propõe ao Imperador Hirohito o estabelecimento da paz entre o Japão e os Estados Unidos da América.
1946 - O químico norte-americano Willard Libby apresenta um relógio atómico capaz de medir o tempo com tanta precisão que atrasaria no máximo um segundo em 300 mil anos.
1951 - Getúlio Vargas envia ao Congresso o projecto que cria a Petrobrás (brasileira).
1956 - Nelson Mandela, líder do movimento contra a segregação racial na África do Sul, é preso junto com outras 156 pessoas por causa de actividades políticas no seu país.
1961 - Forças das Nações Unidas e catanguesas envolvem-se em luta no Congo (actual República Democrática do Congo).
1964 - António Segni renuncia à Presidência da Itália, por motivos de saúde.
1971 - O Presidente da Coreia do Sul, Park Chung Hee, declara o estado de emergência no seu país com fundamento na ameaça de invasão por parte da Coreia do Norte.
- A Índia reconhece oficialmente a República do Bangladesh.
1972 - Os Estados Unidos da América lançam a nave “Apollo 17”, para a última exploração lunar.
1973 - Gerald Ford assume a Presidência dos Estados Unidos, após a renúncia do Presidente Richard Nixon e do vice-Presidente Spiro Agnew.
1976 - Morre, no exílio, o antigo Presidente brasileiro, João Goulart, derrubado em 1964.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Qui 11 Jan - 14:33

As informações disponíveis indicam que os habitantes originais da Angola dos nossos dias se dedicavam a caça e a recolecção os seus descendentes, chamados Bushmen pelos europeus, ainda habitam porções do Sudoeste Africano e um número diminuto deles pode ainda ser encontrado no sul de Angola. Estes Khoisan perderam a sua predominância no Sudoeste africano como resultado da expansão para Sul dos Bantu durante o primeiro milénio A. C.

Os povos Bantu eram negróides adaptados a agricultura, caça e recolecção que terão começado provavelmente a sua migração das florestas húmidas próximas da região que hoje corresponde a fronteira entre a Nigéria e os Camarões. A expansão Bantu foi feita por grupos pequenos que empreenderam pequenas deslocações ao longo do tempo como resposta as condições económicas ou politicas. Alguns historiadores acreditam que os Khoisan foram pacificamente assimilados em vez de serem conquistados pelos Bantu. Outros acreditam que devido a sua natureza pacifica os Khoisan, simplesmente deixaram as suas áreas e deslocaram – se para sul longe dos recém-chegados.

Em todo o caso, os Bantu estabeleceram – se em Angola entre os anos 1300 e 1600, e alguns tantos podem ter chegado mais cedo. Os Bantu formaram um número de reinos historicamente importantes. O primeiro e talvez mais importante destes reinos foi o reino do Congo, surgido entre meados de 1300s e meados 1400s numa área que se estende entre aquelas que são hoje as fronteiras de Angola e da Republica Democrática do Congo. Outros reinos importantes eram o Ndongo, localizado a sul do Congo; Matamba, Kasanje, e Lunda, localizados a Este do Ndongo; Bié, Bailundu, e Ciyaka, localizados no planalto a Este de Benguela; e Kwanhama (também escrito Kwanyama), localizado próximo daquilo que hoje corresponde a fronteira entre Angola e Namibia. Embora eles não tenham desenvolvido um governo central forte, os Chokwe (também escrito Cokwe) estabeleceram um centro cultural importante a norte daquilo que hoje corresponde a Angola.
Os reinos pré coloniais diferiam em área e numero de súbditos que deviam obediência, embora nominal a autoridade central. Os reis podiam não controlar mais terra ou pessoas que os soberanos locais, mais eram geralmente reconhecidos como lideres. Aos reis era oferecido tributo e atribuídos poderes religiosos e sobrenaturais bem como autoridade. O poder real de um rei, era todavia determinado grandemente pelas suas qualidades pessoais e não tanto por arranjos institucionais.

Os reinos africanos tiveram tendência de estender as suas linhas de comunicação para longe do Oceano Atlântico. Ate a chegada dos Europeus, os Africanos encaravam o mar como um obstáculo ao comércio. Embora o mar podia fornecer sal e conchas que podiam ser usadas como moeda, o interior trazia a promessa de melhores zonas de caça, zonas agrícolas , mineração e comércio.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Sex 12 Jan - 11:12

Efemérides: 12 de Janeiro na história do mundo

Luanda, 11/01 - Principais acontecimentos registados no dia 12 de Janeiro:

1519 - Morre Maximiliano I, imperador sacro-romano.

1616 - Francisco Caldeira Castelo Branco funda a cidade de Belém, actual capital do estado de Praia, Brasil.

1633 - O duque de Bragança - futuro rei Dom João IV - casa-se com Dona Luisa de Gusmão.

1665 - Morre o matemático Fermat, criador do cálculo diferencial e do cálculo de probabilidade.

1684 - Luís XIV, de França, casa-se com a senhora de Maintenon, na sequência da morte de Maria Teresa.

1821 - As potências europeias reunem-se em Laibach, actual Jugoslávia.

1837 - É fundada a escola do exército, actual academia militar em substituiçâo da real academia de fortificação, artilharia e desenho.

1875 - Kung-su torna-se imperador da China.

1919 - Nos EUA, a Câmara dos Representantes rejeita a proposta que visava conceder as mulheres o direito de voto.

1922 - Aristide Briand demite-se de primeiro-ministro francês

1945 - As forças alemãs batem em retirada desordenada na batalha de Bulge, Bélgica, no decurso da segunda guerra mundial

1953 - A Jugoslávia adopta uma nova constituição

1958 - A URSS propõe uma zona livre de qualquer tipo de armamento nuclear, entre o Círculo Polar Ártico e o mediterrâneo

1959 - O general Humberto Delgado pede asilo político na Embaixada do Brasil

1963 - É inaugurada em Belmonte, terra da naturalidade do descobridor do Brasil, a estátua de Pedro Álvares Cabral

1965 - O primeiro-ministro japonês, Eisku Sato, chega a Washington para conversações com o presidente norte-americano, Lyndon Johnson

1969 - Centenas de pessoas manifestam-se em Londres contra as missões diplomáticas dos governos africanos de minoria branca da Rodésia e da África do Sul

1970 - rendição dos separatistas do Biafra, terminando a guerra civil na Nigéria, que se prolongava há 32 meses

1972 - Em Angola, território colonial português, o MPLA estende a luta armada ao distrito de Cunene

1976 - Morre a escritora britânica Agatha Christie, criadora da figura do "inspector Poirot"

1978 - O presidente dos EUA, James Carter, acusa a URSS de interferência no conflito entre a Somália e a Etiópia sobre a região de Ogaden

1980 - Morre o maestro Frederico de Freitas

1981 - Independentistas porto-riquenhos destroem nove aviões de combate norte-americanos em São João de Porto Rico

1983 - Inicia-se, num tribunal de lei marcial, na cidade de Asmaya, o maior julgamento em massa na Turquia, envolvendo 740 acusados de subverter o sistema constitucional turco, pretendendo substitui-lo por uma ditadura comunista

1984 - O Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais de Lisboa é declarado, por diploma governamental, instituicao de utilidade pública

1985 - O governo do território de Nova Caledónia, sob administração francesa, declara o estado de emergência, depois da policia ter morto dois dirigentes do movimento pró-independência

1988 - O presidente do governo autónomo basco e os representantes de seis partidos bascos - excepto o Herri batasuna - assinam um acordo contra a violência e o terrorismo da Eta-militar e a favor da autonomia

1989 - Morre David José da Silva Ferreira, 91 anos, co-fundador do grupo Seata Nova, revolucionário dos anos 20 e autor da história politica da primeira Republica Portuguesa

1990 - A Frente de Salvação Nacional da Roménia ilegaliza o partido comunista

- Morre o escritor e biólogo Orlando Mendes, 73 anos, presidente da Associação dos Escritores Mocambicanos, considerado o primeiro autor do romance mocambicano

1991 - O congresso norte-americano aprova (302 votos a favor e 131 contra) a declaração de guerra ao Iraque

1992 - Em reunião de emergência, o alto Conselho de Seguranca da Argélia cancela a segunda volta das eleições legislativas, declarando "a impossibilidade de prosseguir o processo eleitoral".

1996 - O prémio Valmor è atribuido ao complexo das Amoreiras, em Lisboa, da autoria do arquitecto Tomé Taveira

1998 - Portugal e os restantes membros do Conselho da Eeuropa aprovam, em Paris, um documento que proibe de facto a clonagem humana

2005 - O Parlamento Europeu aprova, em Estrasburgo, o projecto de constituição europeia, numa cerimónia considerada "histórica"
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Dom 14 Jan - 10:54

Sim, mas caro Longair. Não foram anos de guerra que impediram a independência, pois não? Não teria sido melhor conceder a Independência, quando esta foi solicitada, com acordos de cooperação para a primeira fase do processo?

Bem-haja
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Dom 14 Jan - 11:14

concordo mas foram os mesmos portugueses que após o 25abr que impediram essa teoria pois quando estavamos sobre Salazar a mesma bandeira que hoje ondula sobre assembleia nacional era pisada enquanto portugueses morriam em guerras longe, e era pisada por portugueses que foram presidentes da republica no pós 25 abr, questiono, quem foi o verdadeiro portugues, até padres indicavam as posições das tropas nativas e lusas, questiono quem foi ai portugues, houve portugueses que em argel trairam seus conterraneos nas guerras de africa, quem foi ai o verdadeiro portugues, tenho pena pois esta sociedade esta deturpada pq dá-se vivas a traidores enquanto se honram os mortos por eles, é vergonhoso.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Dom 14 Jan - 11:24

Caro Longair. Temos duas situações distintas. Uma prende-se com o facto de falar que durante anos, era só mato e que a evolução veio depois. A minha visão , considera que o haver só "mato" ´não é sinónimo de atraso, para mim, evolução, não se refere a desbravemento de mato e construção de cidades em Betão.

Outra situação. é bem verdade que a metrópole só queria saber das colónias, em função aos lucros que as mesmas davam. é bem verdade que usavam do poder para sugar todo o trabalho alcançado. O que não concordo é que a metrópole, egoíta, não tivesse dado a Independência à África portuguesa e não tivesse aprendido a lição de não poder alterar pela força, o desejo de um povo. Quando me fala do 25 de Abril, está a falar de uma mudança brusca de conjuntura, que leva anos a ser estabilizada. A descolonização já havia de ter sido feita há muito pelo Estado Novo e com a Implantação da 3ª República, tudo se percipitou de tal forma, quer a nível Nacional, quer a nível das Colónias que não houve planeamento devido para uma descolonização em condições.

Bem-haja
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MensagemAssunto: Re: ESPAÇO - HISTÓRIA   Hoje à(s) 17:13

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