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 À PORTUGUESA

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RosaLati
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MensagemAssunto: À PORTUGUESA   Seg 2 Out - 15:51

Soube-se, no Público que a distinta advogada Vera Sampaio (terminou o curso com média de 10 val) com uma careira de dezenas de anos e larga experiência foi contratada como assessora pelo membro do Governo Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira, distinto Ministro da Presidência....

Como a tarefa não é muito cansativa foi autorizada a continuar a dar aulas numa qualquer universidade privada onde ganha uns tostões para compor o salário e poder aspirar a ter uma vidinha um pouco mais desafogada.

O facto de ser filha do Senhor Ex-Presidente da República das Bananas que também dá pelo nome de Portugal, não teve nada a ver com este reconhecimento das suas capacidades, juro pela saúde do Engenheiro Sócrates.


Há famílias a quem a mão do Senhor toca com a sua graça. Ámen .


Neste caso soube-se há tempos que o filhote depois de se ter formado foi logo para consultor da Portugal Telecom, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós. Agora, como já ontem se disse, calhou a sorte à maninha e lá vai ela toda lampeira em part-time para o desgoverno, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós. E o papá para não fugir à regra, depois de escavacar uns bons centos de milhares de euros, na remodelação do um palacete ali para a Ajuda, onde instalará um gabinete, para onde será transportado pelo nosso carro, com o nosso motorista e onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.

Falta arranjar um tacho para a matriarca que de momento tem que se contentar com as da cozinha.

Isto tudo passa-se num sítio mal frequentado onde um milhão e duzentas mil pessoas vivem com uma reforma abaixo dos 375 Euros por mês.

Parece mentira, não parece?
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RosaLati
Convidado



MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qua 18 Out - 2:41

Portugal vale a pena

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia. Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados. E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar. Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais. E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros). Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática. Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas. Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis. E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.

Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP,Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services.
E, obviamente, Portugal Telecom Inovação.
Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).

É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia. Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida
de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.

Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de os bons serem também seguidos?


Nicolau santos, Director - adjunto do Jornal Expresso
In Revista Exportar
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Condestavel



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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qui 19 Out - 10:41

Isso é bom, e o resto?
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Condestavel



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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qui 19 Out - 10:42

o problema é que no saldo entre o bom e o mau, o segundo prevalece
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qui 19 Out - 11:00

Condestavel escreveu:
o problema é que no saldo entre o bom e o mau, o segundo prevalece

Isto está mesmo mau. Garanto-te que até eu que até aqui nunca senti medo, agora receio muito, uma anexação por parte de Espanha, em resultado, das sondagens feitas em Espanha e em Portugal, sobre a União dos dois países. Ora se grande percentagem dos Espanhóis, na maioria jovens desejam a união, com capital em Madrid e tendo espanha alcançado supremacia económica, em que muitos dos portugueses já lá vão nascer, pelo fecho das nossas maternidades, não vejo o futuro muito risonho. há muito que sinto que a nossa Independência é apenas fachada, quando a fachada cair, pois nós devemos a tudo e a todos, passaremos a uma colónia. Ai, ao que nós chegámos. Nós que dividiamos os mares com a Espanha, nós que demos a conhecer novos mundos ao mundo, numa intérpida aventura, ao que chegámos.............
Um abraço
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qui 19 Out - 11:02

Estradas feitas de pneus reciclados
2006/10/17 | 15:50 in Portugal Diário
Cerca de 250 quilómetros de estradas portuguesas foram construídas ou recuperadas usando borracha reciclada.


Cerca de 250 quilómetros de estradas portuguesas foram desde 1999 construídas ou recuperadas usando borracha reciclada de pneus velhos, um projecto que desenvolvido pela empresa Recipav, do grupo Águas de Portugal.

Nos últimos sete anos foram produzidas 16.700 toneladas de Betume Modificado com Borracha (BMB), através da reutilização de cerca de 640 mil pneus.

Dados da Recipav - Engenharia e Pavimentos, a que a agência Lusa teve acesso, revelam que a maior extensão de BMB foi aplicada num troço do IP5, entre a Guarda e Vilar Formoso, e noutro da Estrada Nacional 104 e 105, no Porto.

Em Portugal, o BMB utilizado incorpora menos de 10 por cento da mistura aplicada na construção ou reconstrução dos pavimentos.

Para uma estrada comum utiliza-se o equivalente a cerca de um pneu por cada metro quadrado de estrada, ou seja, quatro mil pneus por quilómetro.

A Recipav defende que a utilização de BMB - que junta borracha ao betume - tem várias vantagens, face ao betume tradicional, nomeadamente um aumento na resistência ao envelhecimento e na elasticidade, diminuindo o aparecimento de fissuras à superfície dos pavimentos.

Segundo estudos da Recipav, o BMB reduz os custos de manutenção dos pavimentos e aumenta o atrito no contacto pneu/pavimento.

«Nos estudos efectuados para o efeito nos EUA e em Portugal, é de admitir uma redução do ruído de contacto pneu/pavimento de 6 a 8 dBA. (...) Para se obter uma redução do ruído de circulação de 3 dBA teria que se reduzir em 50 por cento o tráfego de uma dada estrada», lê-se num documento da empresa.

Em Portugal o uso dos pneus tem tido papel de destaque, uma vez que não existem outros destinos para aquele resíduo, além da queima nos fornos das cimenteiras (co-incineração), e a sua colocação em aterro foi proibida há pouco mais de dois anos.

A utilização do BMB tem sido acompanhadas pelo LNEC - Laboratório Nacional de Engenharia Civil, elaborando estudos e acompanhando as obras que utilizam aquele resíduo.

A utilização de borracha no pavimento de estradas começou nos anos 60 nos Estados Unidos, África do Sul e Austrália, tendo por objectivo limitar a utilização de recursos naturais na construção das estradas.

Alguns países estão também a aplicar na construção de estradas produtos resultantes das demolições de prédios, da fabricação de plásticos, escombreiras resultantes da produção dos mármores, cinzas das centrais de alto forno, além dos pneus usados.

Para a próxima quinta-feira, em Lisboa, está marcado um seminário sobre «Pavimentos Rodoviários Verdes», que vai reunir responsáveis de empresas como a Estradas de Portugal, a Brisa e as maiores construtoras, contando ainda com a presença de especialistas estrangeiros.

Um dos objectivos do evento é a divulgação das opções actualmente conhe cidas para a reciclagem de pavimentos rodoviários e a discussão dos aspectos técnicos, económicos e ambientais associados a este tipo de técnica.
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Aqui D´el-Rey



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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Ter 28 Nov - 8:34

São sondagens feitas pra desmoralizar,ainda mais do que já estão,os Portugueses.Infelizmente a grande maioria são mesmo frouxos e vão sendo fácilmente enganados.
Não acredito muito nas sondagens,valem o que valem...nada.
São meros numeros indicadores de pensamentos de "algumas" pessoas,basta ter se perguntado coincidentemente a 1001 pessoas que opinam practicamente o mesmo e ao lado as outras 1001 precisamente o contrario.
Basta ver muitas vezes em sondagens eleitorais e a margem de erro tantas vezes bastante diferente,se bem que em Portugal a coisa mais fácil seja acertar em quem ganha ou perde eleiçoes,somos tantas vezes tão óbvios...
Penso eu de que...
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Reiziger



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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qua 20 Dez - 17:36

Eu até percebo os republicanos...

Para quê ter apenas uma família "previligiada" quando se pode ter muitas?!! Laughing Laughing Laughing

Há que ter pena dos Sampaios, dos Soares, dos Eanes, sem a República que seria deles? Formemos um círculo, dêmos as mãos e vamos pedir a Deus que não nos mande muitas mais.

Se o Almirante Reis fosse vivo e visse isto como está suicidava-se outravez, mas desta era de vergonha. Deve ser o único republicano por quem tenho uma verdadeira admiração, pena que poucos lhe tenham seguido o exemplo.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Qui 21 Dez - 13:00

Menino Jesus «raptado» pela segunda vez
2006/12/21 | 16:52 in Portugal Diário

Figura já tinha sido roubada do presépio, no centro de Faro, há duas semanas

O menino Jesus de um presépio montado na baixa de Faro foi roubado pela segunda vez em poucos dias durante esta madrugada, depois de ter sido reposto na terça-feira pelos serviços da Câmara, anunciou a autarquia.

Segundo disse à Lusa fonte do município de Faro, a falta da figura no presépio que decora um jardim no centro de Faro foi notada hoje de manhã, depois de ter sido roubada do local há cerca de duas semanas e reposta terça-feira.

A Câmara está a tentar repor a figura até ao dia de Natal, mas receia não conseguir arranjar a tempo uma peça idêntica, pois o autor do presépio, que após o primeiro roubo fez a substituição gratuitamente, pode já não tê-la em «stock».

«Estamos a fazer tudo para tentar repô-lo até ao dia de Natal», disse a mesma fonte, sublinhando que, após o primeiro roubo, as figuras foram reforçadas com mais parafusos e silicone, de forma a ser mais difícil a sua remoção.

Além de roubar a figura do menino Jesus, com 50 centímetros e feita em fibra de vidro, os «raptores» tentaram também retirar uma ovelha que compõe o presépio, mas sem sucesso.
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RosaLati
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MensagemAssunto: Re: À PORTUGUESA   Dom 4 Mar - 13:59

Realmente, temos uma país cada vez, mais "triste"

IN PORTUGAL DIÁRIO
Apenas 22 de 42 hospitais recolheram órgãos
2007/03/02 | 15:15
70 por cento da colheitas foram feitas por cinco unidades de saúde

Dos 42 hospitais portugueses habilitados a efectuar a recolha de órgãos para transplantes, apenas 22 realizaram esta prática clínica em 2006, revelou hoje um especialista do Instituto Português de Oncologia (IPO), noticia a Lusa.

Num colóquio a decorrer hoje em Ponta Delgada, o director do serviço de transplantação de medula óssea do IPO em Lisboa, Manuel Abecassis, adiantou que, no último ano, foram recolhidos por estas unidades de saúde 201 órgãos humanos.

Manuel Abecassis adiantou ainda que 70 por cento do total nacional das colheitas de 2006 ocorreram em apenas cinco das 42 unidades de saúde habilitadas para o efeito.

Em Portugal, existem cinco hospitais com gabinetes coordenadores do processo (dois no Porto, dois em Lisboa e um em Coimbra), aos quais estão associadas 37 unidades de saúde com capacidade para efectuar a recolha de órgãos, disse Manuel Abecassis.

Falta de interesse

A alegada falta de interesse das administrações hospitalares, a dimensão das equipas e a inexperiência são os principais factores apontados pelo especialista para que um «número tão diminuto de hospitais» tenha realizado recolha de órgãos ao longo de 2006.

Já em 2005, a diminuição da colheita de órgãos para transplantação em Portugal relegara o país para o sexto lugar na União Europeia alargada, onde morrem pelo menos dez pessoas por dia à espera de um transplante.

Segundo a Organização Portuguesa de Transplantação (OPT), naquele ano foram recolhidos em Portugal 232 órgãos e tecidos para transplante, 190 dos quais de dadores falecidos, um número inferior aos recolhidos em 2004 e insuficiente para fazer face às 1.425 transplantações realizadas no país.

Manuel Abecassis defendeu que para aumentar o número de colheitas há que rever a rede portuguesa de cuidados intensivos e saber, em concreto, com que meios humanos e técnicos contam para efectuarem esta prática clínica.

«Temos listas de espera para rins, por exemplo, com largas centenas de pessoas», afirmou o médico, alegando que órgãos como o pulmão, fígado e coração também são necessários no país.
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